segunda-feira, 9 de julho de 2012
Seminário de IC naEscola
domingo, 17 de julho de 2011
Colégio de Aplicação: 50 anos de história
Neste contexto, ligado à Faculdade Catarinense de Filosofia, nasce o Ginásio de Aplicação, com a tarefa de possibilitar a prática de ensino aos estudantes dos cursos de Licenciatura. Embora solicitado em 1959, apenas em 17 de julho de 1961 é que houve a autorização para seu funcionamento. É importante destacar que desde 1946 existia legislação que obrigava as Faculdades de Filosofia a manterem um Ginásio de Aplicação a fim de garantir a formação dos futuros professores. Em Santa Catarina esta determinação legal tornou-se realidade em 1961.
Passaram-se 50 anos, muitas mudanças ocorreram. A tarefa institucional originalmente ligada ao Ensino se amplia e o Colégio passa a desenvolver Pesquisa e Extensão, fortalecendo seu compromisso com a educação pública, gratuita e de qualidade.
O processo de ingresso na instituição vai tomando contornos diferentes ao longo do tempo, onde hoje, utiliza-se o sistema de sorteio. Outras tantas transformações ocorreram, cada uma em determinado momento, expressando os desejos e necessidades do coletivo de um determinado tempo.
A festa dos “50 anos” ocorreu no dia 15 de julho, reunindo sujeitos de ontem e de hoje, um encontro de gerações que expressavam a alegria de ter participado desta história.












1º Seminário “Iniciação Científica na Escola”
por Coordenação do Projeto,
No dia 12 de julho realizamos nas dependências do Colégio de Aplicação as apresentações das pesquisas de Iniciação Científica (IC), realizadas junto às turmas de 8ª série. Ligada ao projeto Pés na Estrada do Conhecimento, que tem como objetivo estimular o gosto pela pesquisa e o desenvolvimento do exercício da autoria, as atividades de IC, envolvem a construção de um projeto de pesquisa, de levantamento de dados através de leituras, seminários, saídas de campo e encontros de orientação. A etapa de socialização dos trabalhos vem dar sentido ao ato de pesquisar. Assim, reunidos em quatro salas temáticas, reunimos os jovens pesquisadores que expuseram suas investigações:
1- Os problemas e as soluções do Rio Uruguai - Vitória Matins (B) Bruna Margutti (B)
2- Usos do rio Uruguai: antes e depois da barragem - Eduardo Winck (C), Marcelo Oliveira Filho (C )
3- Usinas Hidrelétricas: Progresso ou Destruição? - João Victor (C) e Victor Santos (C)
4- Movimento dos Atingidos por Barragens: um resgate de sua história - Júlia s (A), Júlia Nalon (C)
5- O cotidiano de um Atingido por barragem - Marina Scandolara (B), Brendo Batista Rosa (B)
6- A vida após a barragem: a situação dos moradores da zona rural de Ita - Thiago (B), Enrico (B)
7- Impactos da instalação da Usina Hidrelétrica de Itá - João Vítor Costa (B), Lucas M. de Sá Rosa (B)
8- Itá: Impactos da transferência de uma cidade - Amanda Bressan Fogaça (B), Maíra Moreira Mayer (C)
9- Nova cidade de Itá: vantagem ou desvantagem? - Maria Luiza (A) e Rebecca (C)
10- Rio Uruguai: História e transformações - Daniel Igiski Baron (C ), Eduardo Barbosa (C)
11- Prejuízos sociais e ambientais causados pela construção de uma Hidrelétrica - Maria (A ), Luiza (A), Larissa (C ), Camila (C )
12- Usina hidrelétrica: sustentabilidade ou agressão - Maria Catharyna (B),Carolina Simões (B)
13- Conhecendo o MAB - Pablo de Souza (A), Gustavo Pinheiro (B)
14- Uma luta pela posse da terra - Ana Cristina Vieira (C),Maria Eduarda Barcelos (C)
15- Itá: Impactos da transferência de uma cidade para os trabalhadores rurais - Jhonatan (A), Alice A) e Rafael (B)
16- O cotidiano escolar na cidade de Ita - Felipe Cortes(A ), Gabriela Fortes (A )
17- Alternativas Energéticas Renováveis - Camila Maia (A), Juliana Neves (A)
18- A polêmica instalação de usinas hidrelétricas: impactos sociais e ambientais - Helen Rosa (A),Luísa Wadscheer (C)
19- Usina hidrelétrica de Itá: benefícios e consequências - Gabriel Soares (B),Artur Velter (B)
20- Problemas ambientais causados pela Barragem de Itá - Rafael Rezende Paese (A), Luan Alves da Silva (A)
21- O desconhecimento do MAB pela população de Itá:Razões possíveis do silenciamento -Lucas , Rafael (C)
22- Reconstrução de uma história - Guilherme Zanco (B), Kainah Azambuja (C )
23- Itá e seus lazeres - Maria Eduarda Broering (B ), Julia Carioni (A )
24- Uma nova Itá para todas as gerações - Heitor (B), Felipe Till (C) , André Albino (C ), Gabriela Barros( C)
25- Resgate e preservação da memória e cultura da cidade de Itá após a construção da Hidrelétrica - Carol A), Eryck (A)
26- Energias renováveis: alternativas para um mundo melhor - Mateus R. de Alencar (C ), Igor Regis (A )
27- Energia para a vida. Será? - Natália Dias Goulart (A), Kalani de Souza Santos (A)
28- Fontes de Energia Renováveis: um estudo sobre a Hidrelétrica Itá - Vitória Teixeira (B) e Felipe (B)
29- Uma visão dos moradores de Itá sobre os impactos ocorridos após a construção da Usina Hidrelétrica - Maria (A), Miqueluzzi (A), Iara (A)
30- Impactos ambientais da usina hidrélitrica de Itá - Andrei Machado (A),Guilherme Dias (A)
31- A água como forma de luta dos atingidos por barragens - Bruna Veneski (B), Larissa Helena dos Santos (B)
32- O MAB em Ita - Alexandre da Silva Bento (A), Raí Fantin Dietrich (C)
33- Itá: Impactos sociais de uma transição - Cibele Martins (B), Victória Pires Bastos (C)
34- Memórias e lembranças da cidade - Vitória Barcelos (B), Nathália Lima (C )
35- Contradições na história da cidade de Itá – SC - Muriel Van Tol Astolfi (B), Sofia Chipollino Aseff (C)
terça-feira, 23 de março de 2010
Dez anos com Pés na Estrada (1999 - 2009)




Referência:
DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. Campinas, SP: Autores Associados, 1996.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
VI Seminário de Institutos, Colégios e Escolas de Aplicação das Universidades Brasileiras
Em 1964, para atender o nível ginasial, foi criado o Colégio Universitário.
No ano de 1975, agregando a Escola Primária e o Colégio Universitário, foi fundado o Núcleo Pedagógico da Universidade Federal do Pará, agora com a função de campo de estágio aos acadêmicos dos cursos de licenciaturaa.
Em 2006, recebe a denominação de Escola de Aplicação.
Conhecendo o espaço escolar:


(Salas de aula do Ensino Fundamental)

(Acesso ao setor de Ensino Médio)

(Ginásio de Esportes)

(Espaço da Educação Infantil)
Pode brincar, correr, dançar, pensar...? Sim: o espaço do lazer



Esta foi uma pequena amostra do ambiente físico da Escola de Aplicação. Nas próximas postagens trataremos das discussões ocorridas no evento e a participação dos professores do Colégio de Aplicação - UFSC.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
VI Seminário de Institutos, Escolas e Colégios de Aplicação das Universidades Brasileiras - SICEA
Local do Evento:
2- Reiterar e expandir as questões defendidas nos SICEA´s realizados nos anos anteriores, ratificando os princípios da Carta de Uberlândia, descritos abaixo:
- Valorização da carreira docente que atenda as necessidades e características dos Institutos, Colégios e Escolas de Aplicação enquanto espaços de ensino, pesquisa, extensão e cultura;
- Recomposição e ampliação dos quadros de docentes e técnicos administrativos;
- Fomento às atividades de ensino, pesquisa, extensão e cultura;
- Dotação orçamentária específica, via Universidades.
- Expansão do número de Institutos, Colégios e Escolas de Aplicação nas Universidades Públicas Brasileiras;
-Considerar os Institutos, Colégios e Escolas de Aplicação na elaboração e implementação de políticas educacionais;
-Estabelecimento de um canal de comunicação permanente com as instâncias governamentais.
-A reafirmação dos CAps como referência na formação de professores em todo o país.
Contato:
- Email: estagioea@ufpa.br
- Fones:
(91) 3201-6900 (Direção)
(91) 3201-6927 (Coordenação de Estágios – Profa. Júnia Vasconcelos)
(91) 3201-6911 (Coordenação de Pesquisa e Extensão – Prof. Mário Benjamim)
Maiores informações: http://www.visicea.com.br/index.php
Está gripado? Vale a pena seguir estes conselhos

Etiqueta respiratória - etiqueta da tosse

domingo, 19 de julho de 2009
Algumas linhas para lembrar tantas histórias: 48 anos do Colégio de Aplicação - UFSC
A criação de uma instituição de ensino situa-se num determinado contexto histórico-político-cultural , vinculado a necessidade de ampliação do universo cultural de uma dada sociedade. As novas demandas que surgem na esfera do conhecimento, tem na instituição escolar campo fértil para o debate e proposição de encaminhamentos.
De acordo com Milton Santos (1996, p.51) o espaço geográfico é formado por um sistema indissociável de objetos e de ações . Os objetos geográficos, desta forma, podem ser compreendidos como tudo o que foi criado pela ação humana, como por exemplo, uma instituição escolar que, por sua vez, situa-se num contexto de ações produzidos pelos homens num dado momento histórico.
A necessidade de um lugar específico para ministrar aulas era decorrente de legislação federal que, por determinação do Decreto-Lei nº 9.053, de 12 de março de 1946, responsabilizava as Faculdades de Filosofia pela criação de local específico para a atuação prática dos alunos do curso de Didática, espaço este denominado, por força de legislação, de Ginásio de Aplicação. Embora vigente desde 1946, somente com a institucionalização dos cursos de Didática e Pedagogia, em 1960, é que se viu a Faculdade obrigada efetivamente a cumprir este determinante legal (SILVEIRA, 2004, pg. 133-134).
Ao completar 48 anos de existência, novos elementos foram agregados ao processo de formação da instituição escolar no campo do ensino, pesquisa e extensão. O espaço da prática de ensino, no entanto, garante, desde a sua fundação, forte compromisso com a formação do professor. Além das licenciaturas, outros campos do conhecimento também tem no Colégio de Aplicação as condições para a formação de seus profissionais.
1- SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo. Razão e emoção. São Paulo: Hucitec, 1996.
2- SILVEIRA, José Carlos da. Gênese do ensino superior de geografia em Santa Catarina : da faculdade de filosofia à universidade federal (1951-1962) - ensino e pesquisa na dinâmica de modernização estadual. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2004.
domingo, 12 de julho de 2009
Villa-Boa de Goiaz
Longe do Rio Vermelho.
Fora da Serra Dourada.
Distante desta cidade,
Não sou nada, minha gente.
Cora Coralina
Há tempos que queria conhecer a terra de Cora Coralina, que brinca com seu pseudônimo: Cora de coragem e Coralina de coral, da cor vermelha, fogo, paixão, arrebol. Cidade do meio-oeste do Estado de Goiás, onde a Serra Dourada é sua fortaleza e o Rio Araguaia corre logo ali.
A partir desse período, o seu núcleo central foi assumindo aparência arquitetônica própria, que ainda hoje conserva, num estilo colonial condizente com as condições da região.
Encravada às margens do Rio Vermelho, num vale cercado por colinas, impossibilitada fisicamente de expandir-se, a cidade acabou por assumir um ar romântico imposto por contingências históricas e por força de sua situação geográfica.
In: Vintém de Cobre, meias confissões de Aninha
Amigos do Pés na Estrada, viajar é conhecimento, vivência e sempre tem aquele gostinho de “quero voltar”. Até.
[1] Professora de Língua Portuguesa - Colégio de Aplicação/UFSC
domingo, 31 de maio de 2009
Escola 25 de Maio
Uma das primeiras preocupações das famílias foi a escola e, já no primeiro
ano de assentamento, as crianças foram reunidas sob a sombra de uma árvore para as primeiras aulas. Em 1987 foram criadas duas escolas de séries iniciais do ensino fundamental (1ª a 4ª série). Neste período já havia discussões a respeito das possibilidades de expansão dos níveis de ensino existentes, originando a trajetória e a história da escola. Existiam dois lotes reservados pela comunidade com a finalidade de criação da escola de 5ª à 8ª série, sendo que no ano de 1989 foi aprovado seu funcionamento, denominando-se Escola Agrícola 25 de Maio.Essa realidade, vivida por dezenas de sujeitos dos acampamentos e assentamentos de Fraiburgo, também se dá nas demais localidades, como é o caso dos municípios do entorno, como Lebon Régis, Campos Novos, Curitibanos, Brunópolis, Frei Rogério, Monte Carlo e Caçador e também de outras regiões do estado.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Coordenação
terça-feira, 21 de abril de 2009
Coordenação
quinta-feira, 2 de abril de 2009
terça-feira, 17 de março de 2009
Coordenação
1- Desapropriação de terra e conflitos.
2- Problemática da terra: O Contestado.
3- Origens dos latifúndios no Brasil: o caso de Santa Catarina
4- Estratégias contra a organização pela posse da terra: ações da União Democrática Ruralista (UDR) e da mídia.
EIXO B - Personagem e contexto : lideranças, estratégias de luta e formas de ocupação do solo
1- O papel das mulheres na conquista da terra
2- Os jovens e as crianças no meio rural
3- Á margem do processo da conquista da terra: - pequenos agricultores ; - posseiros
4- Personagens importantes na luta pela posse de terra: biobibliografia da luta pela posse da terra – Chica Pelega, José Maria, Percival Farqhuar, Maria Rosa, Adeodato, e outros.
EIXO C - Movimentos sociais ligados a terra: perfil, planos de ações, legislação, organização social
1- Movimentos sociais ligados ao campo X mídia
2- Acampamentos e assentamentos: formas de organização
3- Movimentos sociais ligados a terra no Brasil: Quilombolas, Indígenas, Atingidos por Barragens, Via Campesina.
4- Movimentos sociais ligados a terra na América Latina
EIXO D – Agricultura e Desenvolvimento Sustentável
1- A expansão do agronegócio
2- Agroecologia: princípios, desafios e possibilidades
3- Biocombustíveis e a produção alimentar
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Coordenação do Projeto
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Tivemos um ano intenso, agora precisamos descansar pra reativar as forças. Agradecemos a todos os professores, estudantes e familiares pelo envolvimento e apoio dado aos projetos realizados. Que possamos retornar com novas ideias e muita disposição. Um grande abraço a todos. Até fevereiro!
Coordenação do Projeto
sábado, 6 de dezembro de 2008
Por
Clara Neckel Kupka[1]
Hannane Katty Frigotto Cherif
Ingrid Muller Kuntz Moresco
Lucas Selézio de Souza
Thais de Oliveira Ferreira
Histórico: Nosso passado, nossa história". O Grupo de Trabalho composto por estudantes da 8a. série B, desenvolveu uma reflexão dentro da linha de pesquisa "Patrimônio Histórico: Memória, Preservação, Cultura e Arte. domingo, 23 de novembro de 2008
Coordenação do Projeto
Eixo 1: Cotidiano: costumes, conflitos, relações sociais e personagens
domingo, 26 de outubro de 2008
Coordenação do Projeto







O espaço dado durante a 7ª SEPEX aos trabalhos de ICJr, realizados no Colégio de Aplicação, fortalece a proposta de formação pela pesquisa, bem como constitui estímulo aos jovens pesquisadores na sua caminhada pela estrada do conhecimento.
Nem sempre dispomos em nossas escolas e/ou localidades, de eventos desta natureza para que possamos divulgar os trabalhos dos estudantes. Podemos nos valer de criatividade e promover na Escola ou em outros ambientes do entorno escolar, eventos com este propósito. Não é a magnitude do acontecimento que importa, mas a possibilidade de colocarmos os estudantes em situações em que possam apresentar seus trabalhos, expor suas opiniões com crítica e reflexão. Desta forma a Escola passa a ser um espaço mais dinâmico, ligada às questões do cotidiano e que, certamente, produzirá pessoas mais conectadas com o mundo real.










