segunda-feira, 9 de julho de 2012

Seminário de IC naEscola



por Coordenação,
            
 II Seminário de Iniciação Científica na Escola: Dimensões da luta pela posse da terra no Brasil: o caso das populações atingidas por barragens

PROGRAMAÇÃO
10/07/2012

LOCAL:  Auditório - Presença de todos os estudantes
Coordenadores: Profª M.Sc Fernando Leocino da Silva / Profª M.Sc. Lisiane Vandresen                 

 15h30  às 16h    Rhanna Kaenna Auler - Operacionalizando o blog Pés na Estrada do Conhecimento: ferramentas, layout, interação / Luiz Henrique Nicolau - A escrita significativa resultante dos projetos de Iniciação Científica: buscando interlocutores



LOCAL: SALA DA 8ª A
Coordenadora: Profª Dra.Thereza Cristina Bertazzo Silveira Viana

16h20    Vinícius Silveira Luz, Juan Thiago Rivas, Lucas de Souza Zago:   A água move o mundo, move também a alegria de alguns e a tristeza de outros: custos e benefícios da construção de uma hidrelétrica.
16h40    Bruno Tiago da Luz Rodrigues, Felipe Hendges da Luz, Luiz Felipe da Silva Vitório: Mudança de vida: cotidiano nas baragens
17h00    Jesiane Bueno, Larissa Ramos Costa, Leonardo Pedro dos Santos: Mudança para nova cidade: Comparando percepções da Casa de Memória Camarolli e dos moradores de Itá.
17h20    Camila Guimarães Nunes, Isabella Floriano  Beirith, Vinícius Perfeito Chaves: Impactos ambientais decorrentes da instalação da usinas hidrelétricas.

 LOCAL:  Laboratório de Biologia
Coordenadora: Profª Dra.Giselle de Souza Paula Pires

16h20    Laura Helena C. N. Nicolazzi, André K. Boufleur, Marcos Antônio A. junior: A construção da barragem e a cidade de Itá
16h40    Flora Marre Bioni, Júlia Pozetti, Marlon Batista Rosa: Compreensão Infantil Sobre as Barragens de Itá: Uma pesquisa realizada com as crianças sobre os impactos causados por uma Hidrelétrica.              
17h00    Júlia Vicente Barbosa, Beatriz Alves dos Santos, Luriany Sagaz:              Caminhando para a luta
17h20    Amanda Martins, Gabriela Junkes Zambillo, Bárbara Trombotto  Bighetti: A construção da UHE melhorou a infra-estrutura da cidade de Itá?

LOCAL: Auditório
Coordenadora: Profª M.SC. Débora da Rocha Gaspar

16h20    Eduardo Ramos Winck, Fabiane Becker Facco,  Vitória Resende Salles: Um Rio, Dezenas de Usinas, Milhares de Histórias                                                                                      
16h40    Júlia Goes de Souza, Lucas   Borges Torquato Martins, Wuellington  Diego de Souza Correa: O Mab e suas ações: alguns dos olhares dos moradores de Itá.
17h00    Nathália de Souza, Nadjini Souza  Martins, Franciely Martendal  Pereira: Impactos da construção da barragem no lazer da população de Itá/SC
17h20    João Guilherme da Silva Santos, Karen Felício de Souza, Marina Burigo Costa, Yasmim:             Mudanças na configuração da cidade de Itá/SC em decorrência da construção da UHI

LOCAL: SALA DA 8ª B
Coordenadora: Profª M.Sc. Lisiane Vandresen

16h20    Juliana Nunes Santinn, Igor da  Silva Ferreira, Paulo Ricardo de Barros: Expectativas dos jovens sobre o futuro de Itá
16h40    Mariana Del Rei Martins, Alice Cristine da Silva,  Rhanna Kaena Auler, Thais Ceccato do Amaral:          Quem é o MAB?
17h00    Geilza  Santos Treich, Helen Vaz Rosa, Gabriela de Oliveira Goudel, Lucas Lopes da Silveira: Itá: Conhecendo os prejuízos sociais de um povo sofrido
17h20    Natália Vieira, Bryan Martins Lima, Maylin de Almeida Prado da Gama: Impactos decorrentes da Instalação da usina hidrelétrica Itá


LOCAL: Mini Auditório Amarelo
Coordenador: Prof. M.Sc. Fernando Leocino da Silva

16h20    Eduardo Barbosa, Kalani de   Souza,  Lucas Fornaza: Rio Uruguai e as interferências da usina hidrelétrica no meio natural e no social                                                                     
16h40    Beatriz Karine Álvares, Gabriela Raupp de Sá, Aline Iaczinski Bento:  Memórias Por Trás de uma Usina
17h00    Giulia Platt Maffezolli, Pedro Bobsin de Moraes, Vinícius  dos Santos: Alternativas energéticas renováveis
17h20    Bruna Schiavini. Hoepers, Lesliane Lacerda de Souza dos Santos, Natália Thais Dias:  Legislação Ambiental no Brasil: O papel da constituição de 1988 na construção de hidrelétricas e o caso de Itá/SC


 LOCAL: Mini Auditório Azul
Coordenador: Prof. M.Sc. José Carlos da Silveira

16h20    Luisa Fontes  Ouriques, Larissa da Silva  Machado, Victor  Matheus de Conto Francisco:             Itá e suas mudanças
16h40    Beatriz da Costa Pereira, José Pedro Rodrigues Porto, Valentina de Andrade Paiva: O papel da UHI na urbanização da cidade de Itá/SC
17h00    Mariana Endler de Sousa, Vitória Botelho Souza, Felipe  Miehe Pereira:            Movimento dos Atingidos por Barragens: estudando suas ações em Itá/SC
17h20    Luiz Henrique Nicolau, Carolina Laureano, Mateus  da Silva Godinho: Quebrando barragens, construindo o futuro

domingo, 17 de julho de 2011

Colégio de Aplicação: 50 anos de história



Coordenação,

A criação do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Santa Catarina, em 1961, dá-se em meio ao processo de gênese da própria Universidade, fundada em 1960. Os anos 1960, em Santa Catarina, inauguram desta forma, um novo tempo no que se refere ao ensino. A reunião das Faculdades existentes (Medicina, Odontologia e Farmácia, Direito, Filosofia, Ciências Econômicas, e Serviço Social) em um centro universitário constituía anseio de parcela de intelectuais, bem como da população, que viam tal situação uma possibilidade de situar Santa Catarina na dinâmica modernizadora do período, bem como a ampliação do desenvolvimento cultural e profissional.

Neste contexto, ligado à Faculdade Catarinense de Filosofia, nasce o Ginásio de Aplicação, com a tarefa de possibilitar a prática de ensino aos estudantes dos cursos de Licenciatura. Embora solicitado em 1959, apenas em 17 de julho de 1961 é que houve a autorização para seu funcionamento. É importante destacar que desde 1946 existia legislação que obrigava as Faculdades de Filosofia a manterem um Ginásio de Aplicação a fim de garantir a formação dos futuros professores. Em Santa Catarina esta determinação legal tornou-se realidade em 1961.

Passaram-se 50 anos, muitas mudanças ocorreram. A tarefa institucional originalmente ligada ao Ensino se amplia e o Colégio passa a desenvolver Pesquisa e Extensão, fortalecendo seu compromisso com a educação pública, gratuita e de qualidade.

O processo de ingresso na instituição vai tomando contornos diferentes ao longo do tempo, onde hoje, utiliza-se o sistema de sorteio. Outras tantas transformações ocorreram, cada uma em determinado momento, expressando os desejos e necessidades do coletivo de um determinado tempo.

A festa dos “50 anos” ocorreu no dia 15 de julho, reunindo sujeitos de ontem e de hoje, um encontro de gerações que expressavam a alegria de ter participado desta história.




1º Seminário “Iniciação Científica na Escola”

por Coordenação do Projeto,

No dia 12 de julho realizamos nas dependências do Colégio de Aplicação as apresentações das pesquisas de Iniciação Científica (IC), realizadas junto às turmas de 8ª série. Ligada ao projeto Pés na Estrada do Conhecimento, que tem como objetivo estimular o gosto pela pesquisa e o desenvolvimento do exercício da autoria, as atividades de IC, envolvem a construção de um projeto de pesquisa, de levantamento de dados através de leituras, seminários, saídas de campo e encontros de orientação. A etapa de socialização dos trabalhos vem dar sentido ao ato de pesquisar. Assim, reunidos em quatro salas temáticas, reunimos os jovens pesquisadores que expuseram suas investigações:

1- Os problemas e as soluções do Rio Uruguai - Vitória Matins (B) Bruna Margutti (B)

2- Usos do rio Uruguai: antes e depois da barragem - Eduardo Winck (C), Marcelo Oliveira Filho (C )

3- Usinas Hidrelétricas: Progresso ou Destruição? - João Victor (C) e Victor Santos (C)

4- Movimento dos Atingidos por Barragens: um resgate de sua história - Júlia s (A), Júlia Nalon (C)

5- O cotidiano de um Atingido por barragem - Marina Scandolara (B), Brendo Batista Rosa (B)

6- A vida após a barragem: a situação dos moradores da zona rural de Ita - Thiago (B), Enrico (B)

7- Impactos da instalação da Usina Hidrelétrica de Itá - João Vítor Costa (B), Lucas M. de Sá Rosa (B)

8- Itá: Impactos da transferência de uma cidade - Amanda Bressan Fogaça (B), Maíra Moreira Mayer (C)

9- Nova cidade de Itá: vantagem ou desvantagem? - Maria Luiza (A) e Rebecca (C)

10- Rio Uruguai: História e transformações - Daniel Igiski Baron (C ), Eduardo Barbosa (C)

11- Prejuízos sociais e ambientais causados pela construção de uma Hidrelétrica - Maria (A ), Luiza (A), Larissa (C ), Camila (C )

12- Usina hidrelétrica: sustentabilidade ou agressão - Maria Catharyna (B),Carolina Simões (B)

13- Conhecendo o MAB - Pablo de Souza (A), Gustavo Pinheiro (B)

14- Uma luta pela posse da terra - Ana Cristina Vieira (C),Maria Eduarda Barcelos (C)

15- Itá: Impactos da transferência de uma cidade para os trabalhadores rurais - Jhonatan (A), Alice A) e Rafael (B)

16- O cotidiano escolar na cidade de Ita - Felipe Cortes(A ), Gabriela Fortes (A )

17- Alternativas Energéticas Renováveis - Camila Maia (A), Juliana Neves (A)

18- A polêmica instalação de usinas hidrelétricas: impactos sociais e ambientais - Helen Rosa (A),Luísa Wadscheer (C)

19- Usina hidrelétrica de Itá: benefícios e consequências - Gabriel Soares (B),Artur Velter (B)

20- Problemas ambientais causados pela Barragem de Itá - Rafael Rezende Paese (A), Luan Alves da Silva (A)

21- O desconhecimento do MAB pela população de Itá:Razões possíveis do silenciamento -Lucas , Rafael (C)

22- Reconstrução de uma história - Guilherme Zanco (B), Kainah Azambuja (C )

23- Itá e seus lazeres - Maria Eduarda Broering (B ), Julia Carioni (A )

24- Uma nova Itá para todas as gerações - Heitor (B), Felipe Till (C) , André Albino (C ), Gabriela Barros( C)

25- Resgate e preservação da memória e cultura da cidade de Itá após a construção da Hidrelétrica - Carol A), Eryck (A)

26- Energias renováveis: alternativas para um mundo melhor - Mateus R. de Alencar (C ), Igor Regis (A )

27- Energia para a vida. Será? - Natália Dias Goulart (A), Kalani de Souza Santos (A)

28- Fontes de Energia Renováveis: um estudo sobre a Hidrelétrica Itá - Vitória Teixeira (B) e Felipe (B)

29- Uma visão dos moradores de Itá sobre os impactos ocorridos após a construção da Usina Hidrelétrica - Maria (A), Miqueluzzi (A), Iara (A)

30- Impactos ambientais da usina hidrélitrica de Itá - Andrei Machado (A),Guilherme Dias (A)

31- A água como forma de luta dos atingidos por barragens - Bruna Veneski (B), Larissa Helena dos Santos (B)

32- O MAB em Ita - Alexandre da Silva Bento (A), Raí Fantin Dietrich (C)

33- Itá: Impactos sociais de uma transição - Cibele Martins (B), Victória Pires Bastos (C)

34- Memórias e lembranças da cidade - Vitória Barcelos (B), Nathália Lima (C )

35- Contradições na história da cidade de Itá – SC - Muriel Van Tol Astolfi (B), Sofia Chipollino Aseff (C)

terça-feira, 23 de março de 2010

Dez anos com Pés na Estrada (1999 - 2009)

Prof. josé Carlos

Durante o ano de 2009 postamos alguns textos e imagens referentes a comemoração dos dez anos de atividade do Projeto Pés na Estrada do Conhecimento. Idealizado em 1999 tem como propósito estimular o gosto pela pesquisa entre os estudantes da Educação Básica, na perspectiva da Iniciação Científica. Partindo do princípio de que a pesquisa é instrumento de aprendizagem, procuramos através de atividades sistemáticas torná-la elemento do cotidiano pedagógico.

Nesta perspectiva, entendemos que a pesquisa não é exclusividade dos pesquisadores da academia, antes é necessidade que deve ser estimulada desde a Educação Infantil. Sem desconsiderar as diferenças de objetivos no ato investigativo, existentes entre os diferentes níveis de ensino, as razões do pesquisar são as mesmas, ou seja o gosto pelo conhecimento ou a necessidade de dar respostas à determinados problemas.

Estimular desde cedo o exercício da autoria, possibilita o desenvolvimento de pessoas responsáveis e comprometidas com o ambiente em que vivem. Com o advento da internet, muitos jovens passaram a compreender que realizar uma pesquisa escolar requeria apenas o movimento em conjunto de algumas teclas ou comandos. O "ctrl-c" seguido de "ctrl-v", transferiria do mundo virtual para papel real as informações solicitadas pelo professor.

Assim, muitas pesquisas escolares aconteciam e ainda acontecem. A educação para o uso crítico da mídia, vai ao encontro da necesidade de formação do jovem pesquisador comprometido com o seu tempo. Neste sentido é que estimulamos o exercício da autoria. No dizer de Demo (1996, p. 24),


Entre tomar nota de um texto e saber fazer um texto, está claro que precisamos impulsionar principalmente a segunda instância, sem descartar a primeira. A importância está na necessidade crucial que a formação da competência tem de capacidade de formulação e elaboração própria. [...] esta dinâmica avança ainda mais quando se trata de saber fazer e refazer um texto, passando-se de leitor a autor. Aparecendo a elaboração própria, torna-se visível o saber pensar e o aprender a aprender.

Retomando o propósito deste texto e concluindo, comemoramos em dezembro de 2009 os dez anos do projeto. Com a presença de estudantes, alguns ex-alunos e professores, tivemos mais um momento de reflexão sobre a escola e seus propósitos.





Referência:

DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. Campinas, SP: Autores Associados, 1996.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

VI Seminário de Institutos, Colégios e Escolas de Aplicação das Universidades Brasileiras

por prof.José Carlos


A Escola de Aplicação da Universidade Federal do Pará - UFPA, sediou no período de 29/10 a 1/11, o VI Seminário de Institutos, Colégios de Escolas de Aplicação das Universidades Brasileiras - SICEA. Este evento teve como tema: "Educação nas diferenças: Contribuições dos Institutos, Colégio e Escolas de Aplicação para a superação das desigualdades - Ensino, Pesquisa, extensão e Formação de Professores.


Nesta primeira postagem vamos identificar a Escola de Aplicação, anfitriã deste evento. Criada em 7 de março de 1963, tinha a denominação de Escola Primária da Universidade Federal do Pará. Naquele momento histórico, a escola foi criada para "oferecer escolaridade aos filhos de funcionários da UFPA".

Em 1964, para atender o nível ginasial, foi criado o Colégio Universitário.

No ano de 1975, agregando a Escola Primária e o Colégio Universitário, foi fundado o Núcleo Pedagógico da Universidade Federal do Pará, agora com a função de campo de estágio aos acadêmicos dos cursos de licenciaturaa.

Em 2006, recebe a denominação de Escola de Aplicação.

Conhecendo o espaço escolar:





(Salas de aula do Ensino Fundamental)


(Acesso ao setor de Ensino Médio)




(Ginásio de Esportes)



(Espaço da Educação Infantil)


Pode brincar, correr, dançar, pensar...? Sim: o espaço do lazer






Esta foi uma pequena amostra do ambiente físico da Escola de Aplicação. Nas próximas postagens trataremos das discussões ocorridas no evento e a participação dos professores do Colégio de Aplicação - UFSC.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

VI Seminário de Institutos, Escolas e Colégios de Aplicação das Universidades Brasileiras - SICEA

Coordenação


Tema:
Educar nas Diferenças: Contribuições dos Institutos, Colégios e Escolas de Aplicação para a Superação das Desigualdades – Ensino, Pesquisa, Extensão e Formação de Professores.

Local do Evento:
Escola de Aplicação da UFPA - Belém/PA
Objetivos do Evento:
1- Propiciar a socialização de experiências pedagógicas, envolvendo ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas nos CAP´s brasileiros;


2- Reiterar e expandir as questões defendidas nos SICEA´s realizados nos anos anteriores, ratificando os princípios da Carta de Uberlândia, descritos abaixo:


- Valorização da carreira docente que atenda as necessidades e características dos Institutos, Colégios e Escolas de Aplicação enquanto espaços de ensino, pesquisa, extensão e cultura;
- Recomposição e ampliação dos quadros de docentes e técnicos administrativos;
- Fomento às atividades de ensino, pesquisa, extensão e cultura;
- Dotação orçamentária específica, via Universidades.
- Expansão do número de Institutos, Colégios e Escolas de Aplicação nas Universidades Públicas Brasileiras;
-Considerar os Institutos, Colégios e Escolas de Aplicação na elaboração e implementação de políticas educacionais;
-Estabelecimento de um canal de comunicação permanente com as instâncias governamentais.
-A reafirmação dos CAps como referência na formação de professores em todo o país.


Contato:
- Email: estagioea@ufpa.br
- Fones:
(91) 3201-6900 (Direção)
(91) 3201-6927 (Coordenação de Estágios – Profa. Júnia Vasconcelos)
(91) 3201-6911 (Coordenação de Pesquisa e Extensão – Prof. Mário Benjamim)

Maiores informações: http://www.visicea.com.br/index.php













Está gripado? Vale a pena seguir estes conselhos

Coordenação

Nestes tempos de gripe diferentes, divulgamos material informativo. Saúde e Consciência para todos.


Etiqueta respiratória - etiqueta da tosse

Coordenação

Nestes tempos de gripe diferentes, divulgamos material informativo. Saúde e Consciência para todos.




domingo, 19 de julho de 2009

Algumas linhas para lembrar tantas histórias: 48 anos do Colégio de Aplicação - UFSC


José Carlos da Silveira [1]

A criação de uma instituição de ensino situa-se num determinado contexto histórico-político-cultural , vinculado a necessidade de ampliação do universo cultural de uma dada sociedade. As novas demandas que surgem na esfera do conhecimento, tem na instituição escolar campo fértil para o debate e proposição de encaminhamentos.

De acordo com Milton Santos (1996, p.51) o espaço geográfico é formado por um sistema indissociável de objetos e de ações . Os objetos geográficos, desta forma, podem ser compreendidos como tudo o que foi criado pela ação humana, como por exemplo, uma instituição escolar que, por sua vez, situa-se num contexto de ações produzidos pelos homens num dado momento histórico.

Assim em 17 de julho de 1961, pela Portaria 673, da Diretoria do Ensino Secundário do Ministério da Educação, foi criado o Colégio de Aplicação, da recém fundada Universidade Federal de Santa Catarina (1960).

A criação dessa instituição veio atender a necessidade daquele momento histórico, da formação do professor catarinense:

A necessidade de um lugar específico para ministrar aulas era decorrente de legislação federal que, por determinação do Decreto-Lei nº 9.053, de 12 de março de 1946, responsabilizava as Faculdades de Filosofia pela criação de local específico para a atuação prática dos alunos do curso de Didática, espaço este denominado, por força de legislação, de Ginásio de Aplicação. Embora vigente desde 1946, somente com a institucionalização dos cursos de Didática e Pedagogia, em 1960, é que se viu a Faculdade obrigada efetivamente a cumprir este determinante legal (SILVEIRA, 2004, pg. 133-134).

Ao completar 48 anos de existência, novos elementos foram agregados ao processo de formação da instituição escolar no campo do ensino, pesquisa e extensão. O espaço da prática de ensino, no entanto, garante, desde a sua fundação, forte compromisso com a formação do professor. Além das licenciaturas, outros campos do conhecimento também tem no Colégio de Aplicação as condições para a formação de seus profissionais.


Fontes:
1- SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo. Razão e emoção. São Paulo: Hucitec, 1996.
2- SILVEIRA, José Carlos da. Gênese do ensino superior de geografia em Santa Catarina : da faculdade de filosofia à universidade federal (1951-1962) - ensino e pesquisa na dinâmica de modernização estadual. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2004.
3- COLÉGIO DE APLICAÇÃO. http://www.ca.ufsc.br/


[1] Professor de Geografia do Colégio de Aplicação

domingo, 12 de julho de 2009

Villa-Boa de Goiaz

Tânia Mara Cassel Trott [1]
Longe do Rio Vermelho.
Fora da Serra Dourada.
Distante desta cidade,
Não sou nada, minha gente.
Cora Coralina

Há tempos que queria conhecer a terra de Cora Coralina, que brinca com seu pseudônimo: Cora de coragem e Coralina de coral, da cor vermelha, fogo, paixão, arrebol. Cidade do meio-oeste do Estado de Goiás, onde a Serra Dourada é sua fortaleza e o Rio Araguaia corre logo ali.
Saímos cedo do Distrito Federal, meu marido e eu, num sábado ensolarado e ar friozinho. Pés na Estrada: curvas, lavouras, pessoas, cidades... Chegamos. Por onde entrar? Onde é o Centro Histórico? Ora. A cidade toda é conservada historicamente, as pessoas que ali vivem orgulham-se disso e fazem questão de relatar o seu cotidiano, contam sobre seus antepassados, quase sempre tidos como heróis, suas festas, suas crenças, seus desejos para si e seu lugar.
Andamos quase dois dias pela cidade: praças, músicas, becos, artistas, a Casa Velha da Ponte, sinos, a festa do Divino, o pôr do sol, o silêncio do Rio Vermelho.
Mas havia uma interrogação: como surgiu uma cidade dessas, num lugar tão distante para a época em que os meios eram precários?
Fiquei em Goiânia, a moderna capital, às 16 horas de domingo, impaciente, intrigada e só. Queria uma resposta e a encontrei na livraria mais próxima:
A cidade de Goiás, antiga Villa-Boa de Goiaz, que até o ano de 1933 ostentou a condição de capital do Estado, surgiu das povoações fundadas, em 1726, pelo explorador paulista Bartolomeu Bueno.
Nascida em decorrência do ciclo do ouro, a cidade atingiu o seu auge durante o século XVIII.
A partir desse período, o seu núcleo central foi assumindo aparência arquitetônica própria, que ainda hoje conserva, num estilo colonial condizente com as condições da região.
Encravada às margens do Rio Vermelho, num vale cercado por colinas, impossibilitada fisicamente de expandir-se, a cidade acabou por assumir um ar romântico imposto por contingências históricas e por força de sua situação geográfica.
Privilegiada no sentido de colocar as pessoas em contato permanente com os elementos da natureza, esse aspecto foi acentuado por seus riachos cristalinos e sua vegetação peculiar, suas ruas sinuosas e irregulares, suas ladeiras pedregosas, seus tortuosos e misteriosos becos, seus muros de pedra. Esses mesmos muros que alimentaram as lendas sobre os escravos que os construíram e sobre a existência de tesouros em pepita e ouro em pó, escondidos em suas fendas. Lendas que provocam a imaginação das crianças, juntamente com os outros casos que os mais velhos lhes contavam ao cair da noite, revivendo as tradições, tanto da África quanto de nossos aborígenes. O “contar casos” se constituiu numa tradição familiar que Cora Coralina faz reviver em sua obra. Em seus poemas encontramos o estilo oral desses “casos”, sem invencionices literárias, com simplicidade que caracteriza sua obra poética.
A poesia de Cora é um elo de permanência da tradição que vem dos tempos passados em busca da afirmação de uma brasilidade futura, conforme palavras da própria autora: “Geração ponte, eu fui, posso contar”.

In: Vintém de Cobre, meias confissões de Aninha

Amigos do Pés na Estrada, viajar é conhecimento, vivência e sempre tem aquele gostinho de “quero voltar”. Até.












[1] Professora de Língua Portuguesa - Colégio de Aplicação/UFSC

domingo, 31 de maio de 2009

Escola 25 de Maio

Profa. Naira Mohr [1]


Um pouco da história


O nome da escola é fruto da história do MST. No dia 25 de maio de 1985 ocorreu a primeira e maior ocupação de terras em Santa Catarina, no município de Abelardo Luz, com a participação de aproximadamente 2000 famílias. Destas, 85 foram destinadas para o município de Fraiburgo, no ano de 1986, constituindo dois assentamentos: União da Vitória e Vitória da Conquista. Depois foram instituídos os assentamentos Rio Mansinho, Chico Mendes e Contestado.

Uma das primeiras preocupações das famílias foi a escola e, já no primeiro ano de assentamento, as crianças foram reunidas sob a sombra de uma árvore para as primeiras aulas. Em 1987 foram criadas duas escolas de séries iniciais do ensino fundamental (1ª a 4ª série). Neste período já havia discussões a respeito das possibilidades de expansão dos níveis de ensino existentes, originando a trajetória e a história da escola. Existiam dois lotes reservados pela comunidade com a finalidade de criação da escola de 5ª à 8ª série, sendo que no ano de 1989 foi aprovado seu funcionamento, denominando-se Escola Agrícola 25 de Maio.


Educação do Campo
Desde o início de seu funcionamento, construiu-se um currículo voltado à educação do campo, em que as crianças e jovens atendidos, além das disciplinas do núcleo comum (currículo básico nacional), permaneciam em tempo integral, desenvolvendo técnicas e conhecimentos agropecuários, relacionados às suas próprias vidas. Em 1998 foi criada a Cooperativa dos Estudantes pela Reforma Agrária (CEPRA), visando, principalmente, qualificar e fortalecer as ideas de cooperação e auto-organização dos educandos. Outra linha estratégica foi a definição por um modelo que priorize os fundamentos da agroecologia.
Estas iniciativas tiveram o suporte da Secretaria Estadual de Educação, do Setor Estadual de Educação do MST e da comunidade local representada por pais, comunidade local, educandos e educadores. Este envolvimento coletivo teve um papel fundamental no fortalecimento da proposta educacional da Escola Agrícola 25 de Maio e garantiu diversas conquistas dentre elas a expansão dos níveis de ensino médio e profissional.
Os alunos do campo, ao terminarem o Ensino Fundamental na região, possuíam como alternativa freqüentar o Ensino Médio nas sedes dos municípios, porém muitos não o faziam devido, entre outras, às dificuldades de acesso. Para o caso do município de Fraiburgo, esta se encontra a 25 quilômetros do assentamento onde se localiza a Escola Agrícola.

Essa realidade, vivida por dezenas de sujeitos dos acampamentos e assentamentos de Fraiburgo, também se dá nas demais localidades, como é o caso dos municípios do entorno, como Lebon Régis, Campos Novos, Curitibanos, Brunópolis, Frei Rogério, Monte Carlo e Caçador e também de outras regiões do estado.
Ampliação do espaço escolar
Sendo assim, no ano de 2002, implementou-se o nível médio noturno. No ano de 2004, iniciou-se o Curso de Técnico em Agroecologia, através do PRONERA, funcionando em regime de alternância, articulado com o nível médio oferecido pelo Estado. m 2006 constituíu-se uma nova turma de Ensino Médio articulado com o Ensino Técnico Profissionalizante em Agroecologia, em convênio com a Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul. Em 2008 iniciou-se nova turma de Ensino Profissonalizante também por meio do PRONERA.

Finalmente, após várias atividades de mobilização e pressão, em 2009 é criado o Curso de Nível Médio Integrado a Educação Profissional pela Secretaria de Estado de Educação, na própria Escola 25 de Maio.




[1] Educadora da Escola 25 de Maio, Assentamento União da Vitória, Fraiburgo (SC)

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Projeto de Pesquisa
Coordenação


Para contribuir com o momento de construção dos projetos de pesquisa, estamos disponibilizando uma apresentação em Power Point, de autoria da Professora M.Sc. Ivonete da Silva Souza, do Colégio de Aplicação - UFSC. A professora de História e pesquisadora, nos possibilita através deste material, indicadores seguros para o planejamento de nossas pesquisas. Boa leitura a todos.





terça-feira, 21 de abril de 2009



Novos Espaços para nossas pesquisas
Coordenação


1- Biblioteca Digital Mundial

Na sede da UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, em Paris, foi lançada no dia 21 de abril, a Biblioteca Digital Mundial (World Digital Library).




Sobre o Acervo:


A Biblioteca conta com livros raros, manuscritos, mapas, filmes, gravuras, fotografias, desenhos arquitetônicos e documentos sonoros. Todo este material é proveniente de 32 bibliotecas e arquivos de várias partes do mundo.
O site:

Poderá ser acessado pelo endereço eletrônico: http://www.wdl.org/ , com possibilidade de ser lido em árabe, chinês, francês, inglês, português e russo.



2- Biblioteca Virtual da América Latina (BV@L)


Lançado em fevereiro de 2009, reúne mais de 25 mil registros entre vídeos, livros, periódicos, catálogos e folhetos de arte.




Boa navegação, excelentes pesquisas!







quinta-feira, 2 de abril de 2009

Resposta sobre a participação nas viagens de estudos - 2009
Coordenação


Estudantes e familiares,

Lembramos que estamos aguardando até o dia 06/04, a resposta sobre a participação nas viagens programadas para o ano. Grande abraço a todos.

terça-feira, 17 de março de 2009

Pelo Começo: definindo a temática de pesquisa
Coordenação


Dando início aos processos investigativos do 1º e 2º trimestres, colocamos à disposção dos estudantes-pesquisadores os eixos temáticos. Cada GT (grupo de trabalho) deverá escolher um eixo e a partir daí selecionar um tema. Os eixos apresentados encaminham discussões em torno de amplos aspectos relacionados à problemática da posse da terra em nosso país: os conflitos, os personagens, as organizações sociais e a preocupação ambiental. Observe que uma temática pode ser analisada por diferentes aspectos.
Agora é com vocês !
Escolher um assunto nem sempre é uma tarefa fácil, neste sentido, procurem uma temática que seja agradável ao grupo, onde seja possível estabelecer relações e que tenha material bibliográfico. Se o GT quiser criar uma outra questão para a pesquisa, isto é possível, desde que respeitem os eixos e discutam com os professores-orientadores.
Bom Trabalho.
EIXO A - Posse da terra e luta: Conflitos, manifestações, processos históricos

1- Desapropriação de terra e conflitos.
2- Problemática da terra: O Contestado.
3- Origens dos latifúndios no Brasil: o caso de Santa Catarina
4- Estratégias contra a organização pela posse da terra: ações da União Democrática Ruralista (UDR) e da mídia.



EIXO B - Personagem e contexto : lideranças, estratégias de luta e formas de ocupação do solo

1- O papel das mulheres na conquista da terra
2- Os jovens e as crianças no meio rural
3- Á margem do processo da conquista da terra: - pequenos agricultores ; - posseiros
4- Personagens importantes na luta pela posse de terra: biobibliografia da luta pela posse da terra – Chica Pelega, José Maria, Percival Farqhuar, Maria Rosa, Adeodato, e outros.


EIXO C - Movimentos sociais ligados a terra: perfil, planos de ações, legislação, organização social

1- Movimentos sociais ligados ao campo X mídia
2- Acampamentos e assentamentos: formas de organização
3- Movimentos sociais ligados a terra no Brasil: Quilombolas, Indígenas, Atingidos por Barragens, Via Campesina.
4- Movimentos sociais ligados a terra na América Latina


EIXO D – Agricultura e Desenvolvimento Sustentável

1- A expansão do agronegócio
2- Agroecologia: princípios, desafios e possibilidades
3- Biocombustíveis e a produção alimentar

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

De retorno
Coordenação do Projeto



Um novo ano letivo está sendo cuidadosamente planejado. Pensá-lo em sua totalidade requer trabalho coletivo e muita disposição. Famílias, estudantes e professores formam um complexo que não pode ser desconsiderado quando falamos em Escola.
Damos boas vindas a todos para que possamos realizar um trabalho de qualidade, marcado pelo signo do envolvimento.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Estamos de Férias...

Tivemos um ano intenso, agora precisamos descansar pra reativar as forças. Agradecemos a todos os professores, estudantes e familiares pelo envolvimento e apoio dado aos projetos realizados. Que possamos retornar com novas ideias e muita disposição. Um grande abraço a todos. Até fevereiro!

Coordenação do Projeto

sábado, 6 de dezembro de 2008

Patrimônio Histórico: Nosso passado, nossa história
Por
Clara Neckel Kupka[1]
Hannane Katty Frigotto Cherif
Ingrid Muller Kuntz Moresco
Lucas Selézio de Souza
Thais de Oliveira Ferreira



Dando sequência a discussão sobre a socialização da pesquisa, enquanto etapa de fundamental importância na conclcusão de um trabalho científico, apresentamos o vídeo "Patrimônio Histórico: Nosso passado, nossa história". O Grupo de Trabalho composto por estudantes da 8a. série B, desenvolveu uma reflexão dentro da linha de pesquisa "Patrimônio Histórico: Memória, Preservação, Cultura e Arte.




Envolvidos com muita seriedade no desenvolvimento do projeto de pesquisa, apresentam neste vídeo uma reflexão centrada na necessidade de preservação dos patrimônios históricos. Discutem a temática, dando enfoque para a preservação da memória como possibilidade de resgate de elementos da identidade política e cultural de nosso país.


Dividido em duas partes, na primeira concentram os elementos da pesquisa, refletindo sobre as condições de presevervação dos patrimônios históricos em algumas cidades históricas de Minas Gerais. Na segunda parte, um pouco descontraída, o grupo se apresenta e nos possibilita, através da imagem, conhecer um pouco mais do universo da pesquisa.




[1] Estudantes da 8ª série B, 2008, do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Santa Catarina.

domingo, 23 de novembro de 2008

É Tempo de Socializar a Pesquisa
Coordenação do Projeto
Vamos retomar o debate em torno da necessidade de discutirmos a importância de preparação os estudante para a apresentação da pesquisa. O desafio do ato de pesquisar e de construir um produto final, com reflexões em torno de perguntas elaboradas para entender a dinâmica de uma determinada problemática, se completa quando oportunizamos o momento do debate ou mesmo da mostra de resultados. No dia 13 de novembro, os estudantes das oitavas séries reunidos no auditório, apresentaram a produção audiovisual de responsabilidade dos respectivos grupos de trabalho (GTs). Como já mencionamos em postagens anteriores, as apresentações constituem resultado de pesquisa de campo realizada nas cidades histórias de Minas Gerais. A problematização proposta gerou questões voltadas a compreensão da dinâmica do Brasil colonial no século XVIII, e seus desdobramentos atuais. Os eixos de pesquisa propostos foram:


Eixo 1: Cotidiano: costumes, conflitos, relações sociais e personagens







Eixo 2: Patrimônio Histórico: memória, preservação, cultura e arte


Eixo 3: Cotidiano: costumes, conflitos, relações sociais, personagens
















domingo, 26 de outubro de 2008

Compromisso com a Socialização da Pesquisa
Coordenação do Projeto




O trabalho pedagógico proposto pela Iniciação Científica Júnior - ICJr, além de preocupar-se com a formação do jovem pesquisador, no que se refere a construção de projetos de pesquisa, onde há a delimitação do trabalho a ser feito, deve apontar também para a preocupação com a socialização do processo e seus resultados. Desde cedo é importante que os estudantes da ICJr entendam a construção do conhecimento em suas várias fases.

Durante a 7ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal de Santa Catarina - SEPEX, que tem como objetivo a divulgação de trabalhos de laboratórios e grupos de diversas áreas da Universidade, realizada no período de 22 a 25 de outubro, os estudantes do Colégio de Aplicação participaram com seus trabalhos, na forma de Banner:







Os trabalhos expostos resultaram das atividades desenvolvidas durante o primeiro semestre, onde discutimos a questão da problemática da posse da terra no Brasil.


















O espaço dado durante a 7ª SEPEX aos trabalhos de ICJr, realizados no Colégio de Aplicação, fortalece a proposta de formação pela pesquisa, bem como constitui estímulo aos jovens pesquisadores na sua caminhada pela estrada do conhecimento.


Nem sempre dispomos em nossas escolas e/ou localidades, de eventos desta natureza para que possamos divulgar os trabalhos dos estudantes. Podemos nos valer de criatividade e promover na Escola ou em outros ambientes do entorno escolar, eventos com este propósito. Não é a magnitude do acontecimento que importa, mas a possibilidade de colocarmos os estudantes em situações em que possam apresentar seus trabalhos, expor suas opiniões com crítica e reflexão. Desta forma a Escola passa a ser um espaço mais dinâmico, ligada às questões do cotidiano e que, certamente, produzirá pessoas mais conectadas com o mundo real.